quarta-feira, 20 de abril de 2011

A MADRUGADA

Miserável Homem que sou
Lagrimas nos olhos
Chagas na alma
Até quando assim eu vou?
Tempestade, quem te acalma?
É noite sem estrelas
Não vejo luz para me guiar
O Vento, comigo, começa a conversar
O silêncio da madrugada grita em meus ouvidos
No Sepulcro onde nada encontro
A esperança nasceu
Da morte, à vida,
No Fim, enfim,
O começo.

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