sábado, 10 de dezembro de 2011

O CAFÉ.




Café. Esse sim, a grande paixão nacional. Em um certo momento da nossa história foi fonte de riqueza. Hoje se pode dizer que se não gostam, pelo menos todos já provaram aquela deliciosa bebida amarga.
    Me pego pensando em como aquele grãozinho marrom escuro, pequeno (depois de torrado) pode fazer tanto sucesso? Tanto que se fala café-da-manhã, café-da-tarde, tomar um cafezinho, “ele é café com leite”, é tanta expressão que o tem no meio que não cabem aqui. É algo cultural, um agente transformador da sociedade. Mais do que apenas um gosto, uma iguaria.
    Apesar de todos beberem, cada um tem o seu preferido, sua maneira de tomar. Uns gostam de café coado em coador de papel. Outros em coador de pano. Uns gostam com leite quente, outros com leite frio. Tem gente que põe canela em pó, leite condensado, creme de leite, chantilly. Alguns colocam sal. A maioria toma com açúcar. Tem gente que só toma com adoçante, mesmo depois de meia tonelada de feijoada. Temos os cafés gourmet. Temos cafés gelados, batidos, com um licorzinho, um conhaquinho. Temos café mais fraco, mais forte, extra-forte (o melhor, na minha humilde opinião). Existe até café descafeínado (o que sinceramente pra mim não é café de verdade).
    O que eu gosto é um café bem forte, expresso, sem açúcar. Ou um café bem quente com leite gelado, de manhã. Um gosto. Nada mais que isso. Não é melhor, nem pior que os outros, é somente a maneira como gosto de tomar meu cafezinho. Não desprezo os outros, apenas o descafeínado. Já disse, aquilo não é café. Viva a santa cafeína.
    Sempre que penso em café lembro-me de uma pregação de minha mãe, quando eu era pequeno, uns 7 ou 8 anos, em que ela dizia que devemos amar, e adorar a Deus, com CAFÉ (coração, alma, força e espírito). Está analogia é simples, significa que devemos louvar a Deus com TUDO que temos, com nossas emoções, pensamentos, vontades, corpo, palavras, atitudes, e tudo mais.
    Agora fico a pensar. Será que o modo como louvamos e adoramos a Deus realmente importa? Ou será que é apenas uma questão de gosto? Claro, desde que façamos com CAFÉ, de todo nosso coração, guiados e inspirados pelo Espírito Santo, com tudo o que temos. Se for mais exaltado, mais agitado, mais paradão, mais quieto, mais solene, ou mais extravagante, tanto faz. Se pular, ou fica sentado, se levanta a mão, ou as cruza em sinal de respeito, se dá um brado de vitória, ou faz uma oração silenciosa, não importa. O que importa é seu coração, é a sua verdadeira intenção.
    Não vou fazer um apelo, só um pedido, uma idéia, quem sabe de hoje em diante possamos expressar nosso café, nosso amor por Deus, da maneira que mais nos agrada, sem julgarmos, condenarmos, ou excluirmos os outros, simplesmente porque gostam de um cafezinho com mais açúcar do que nós. 






PS: Eu não sou universalista. Ultimamente, sabe como é...

5 comentários:

  1. ameiiii essa comparação!!!
    muito legal mesmo =)

    ResponderExcluir
  2. Muito legal!
    Amei também!
    Divulgando...
    bjs Soraya

    ResponderExcluir
  3. Eu AMO café! *-* hohoho
    Curti a comparação e amei a analogia :)
    Adorar e Amar à com TODO o meu CAFÉ será algo amsi divertido e intenso daqui pra frente hehehe
    Obgda. por compartilhar Sr. Moço ;)
    Bjones

    ResponderExcluir
  4. Também adorei a analogia! Daki pra frente esse CAFÉ vai fik na minha cabeça, vou lembrar disso rs, bjus!

    ResponderExcluir
  5. Muito bom!!
    Não me esqueço mais dessa analogia. =)

    "Devemos amar, e adorar a Deus, com CAFÉ (coração, alma, força e espírito."

    Deus abençoe!
    Abraço.

    ResponderExcluir