segunda-feira, 28 de maio de 2012

HERE COMES THE SUN



     Ela estava envolta em seus braços. Era mais uma madrugada fria de inverno que se arrastava. As lágrimas por pouco não congelavam ao escorrerem em seu rosto. A angústia machucava mais do que o vento gelado que cortava sua pele.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

O MERGULHO



     Ele já estava ali fazia alguns minutos. Parado. Estático. O sol queimava lhe as costas, na tentativa de força-lo a se mover. Nada. Os olhos fitavam aquele grande espelho molhado. Seus óculos já haviam embaçado. Os braços estendidos ao lado do corpo, com vontade de juntá-los para uma prece. O cabelo fino balançava com o vento, as pernas finas tremiam, mais de ansiedade do que de frio.

sábado, 12 de maio de 2012

NADA


Analisando bem o tema a ser dissecado aqui consigo imaginar que talvez, e somente talvez, você queira saber do que tenho a falar, porque sendo assim, se interessa, e este interesse sincero, e quase inocente o leva a percorrer cada linha do texto com uma fome, não de comida como no nordeste, nordeste que parece fogueira de são joão, como diria Luis Gonzaga, no hino chamado Asa Branca, branca como a noite, e leve como um elefante.

terça-feira, 8 de maio de 2012

LEVE E MOMENTÂNEO...



Por isso não desfalecemos; mas, ainda que o nosso homem exterior se corrompa, o interior, contudo, se renova de dia em dia.Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós um peso eterno de glória mui excelente;Não atentando nós nas coisas que se vêem, mas nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eternas. 
2 Coríntios 4:16-18